quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
StartUp
Numa reunião informal, sob a égide de
Esculápio, soube se ontem, 25 de fevereiro, quando se comemorava o
primeiro choro de uma alma insular, da existência de investidores
internacionais que procuravam uma herdade com picadeiro, boxes e fácil
acesso ao aeroporto. A ideia é criar uma startup para a manutenção de
uma classe, pouco nobre e sem o porte de um Lusitano ou Árabe, da raça
equina. O primeiro exemplar aguarda ás portas e Beja.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Clube de Natação de Beja CNB
Um dia diremos que o CNB nasceu, por forceps, por teimosia de dois, por querer de três, por força de mais meia dúzia. Um dia diremos que o aumento de 11 para 25 metros, de comprimento, se deve à intervenção consistente do CNB. Um dia diremos que o nascimento da natação de forma continuada, com escolas, aperfeiçoamento e competição, na cidade de Beja, se deve ao CNB.
Um dia diremos...muito mais
Um dia diremos...muito mais
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Ontem foi dia de BESTIAL
Ontem, frente à Suécia, foi dia de apuramento para o Mundial
2014. Foi dia de “bestial”, de galáctico e de outros epítetos que em tudo
favorecem o Ronaldo. Ontem, frente à suécia, foi o dia em que o país se vingou
de uma intervenção caricata de um tipo qualquer que simboliza, pelas suas
funções, a essência do futebol.
E agora? Quanto tempo leva o país a transformar o bestial em
besta? Quanto tempo leva o país a levantar se perante o aumento do IRS? Perante
os cortes salariais? Perante o fim do Serviço Nacional de Saúde? Perante o
desemprego e perante um bando de proxenetas abutres que nos roubam todos os
dias?
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Noite Alucinante
“Aterrei”, sem saber como, na Amieira Marina, ali para os lados de Alqueva. Ainda os cavalos resfolgavam já se ouvia acordes de um “sax”. A coisa prometia. Num espaço onde o movimento e a hora de ponta é ditada pela passagem das aves, anunciava se um espetáculo que prometia “fazer uma viagem pela história do jazz”. Seria bem vindo.
Benvindos foram, certamente, os convites recebidos pelos quatro “ilustres” que se repetiram verbalizando os agradecimentos e a validade da iniciativa a cargo do Departamento de Artes da Uni. de Évora.
Entre um maestro com uma presença “British”, que nos brindou, mais tarde, com quarenta minutos de musica clássica como interlúdio a um espetáculo de jazz e um Presidente de Camara, recém eleito em Portel, que declarou a sua formação superior na “...melhor Universidade do mundo...”, leia se Évora, o público, pouquíssimo, resistiu estoicamente até ao inicio daquilo que poderia ter sido uma excelente noite.
Se ainda não tinha acontecido, eis que aqui começa o funeral de uma excelente ideia morta à nascença por uma produção má, onde o palco dos acontecimentos foi usurpado por um académico com pretensões a “voz off”, onde os músicos deveriam ter tocado muito mais do que tocaram e onde o audiovisual acabou dizer as ultimas preces em memória de uma ideia.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Gabriel o Pensador
Nem bom, nem mau. Foi um excelente concertão. Um "animal de palco". Foi em Serpa durante o Encontro com Culturas. Ainda por cima...foi gratuíto.
Mais fotografias do concerto em:http://www.flickr.com/photos/joaodomingosfotografia1/sets/
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Deolinda
Entre um Faducho cantado, o nacional
cançonetismo, uma presença em palco tão dinâmica como uma vara de aço fundida
num bloco de cimento, alguém se apropriou de uma hora e trinta do meu precioso
tempo. Há dias em que não devemos sair de casa J
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Virgem Suta
Passei por ali, ouvi uns sons, olhei e lá estavam eles a testar os acordes finais. Meia dúzia de disparos e aqui ficam.
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Virgem Suta
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Loucos de Lisboa
Num pais de governantes loucos, os putos que
querem medicina têm de ir, por exemplo, para Espanha . Lá entram com notas mais
baixas. Nós, cá, aceitamos todos os que “lá fora” são formados
independentemente a nacionalidade e das notas com que entraram para o curso.
Pagamos a especialidade e eles retornam aos países de origem. Num pais de
governantes loucos, os “governos” compatuaram, ao longo dos anos, com os
doutores que mendigaram ás empresas farmacêuticas miseras viagens, carros,
casas ou outras formas de suborno. A lembrar... o famoso caso Paquito.
Num país de governantes loucos, os eleitos
mentem, roubam, aceitam subornos e destroem, em ultima analise, o tecido social.
Num país e governantes loucos, os eleitos,
perdoam dividas de barragens como Cabora Bassa. Num país de governantes loucos
a estrutura do estado é destruída, tudo o que é rentável é “oferecido” aos
amigos e tudo o que pode vir a ser rentável é selvaticamente inviabilizado.
Num pais de governantes loucos os putos que
conseguem formação superior são forçados a emigrar. A massa critica abala e só
ficam os que não podem, não conseguem ou são velhos.
Num pais de governantes loucos, os putos estudam
sete ou oito anos no Ensino Superior e depois apenas lhes resta a caixa do
supermercado, os call center ou as explicações.
Num pais de governantes loucos, não há um único
líder para seguir, não há uma única ideia que fique.
Por mim, há muito que rasguei o cartão do
partido que está no poder. Este já não é um Partido Social Democrata.
APÁTRIDAS
Se fosse uma anedota
não hesitaria em clicar num Like. Infelizmente não é anedota. É um licenciado e
se a memória não me falha, Mestre igualmente formado no IST com notas finais a
tocar o topo superior da tabela de classificação. Se fosse “Relvas”, ou
possivelmente da família, seria vigarista e faria parte de um Governo autista.
Como é que este acreditado matemático tem de dar explicações para sobreviver?
Que miséria de governos temos eleito ao longo dos anos? Para além da revolta e
do sentimento de impotência que sinto, não sei mesmo como protestar. F#”#”#”#”#”#”
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012
João Ilhéu (João Bernardino)
Quem fundamenta assim, não é gago, nem rebuscado. Vamos lá fazer qualquer coisa de útil e votar num excelente trabalho. Paremos a hipócrisia dos Likes despropositados e vamos votar no que vale verdadeiramente a pena. Vamos lá içar um trabalho que está afogado numa cloaca romana.
Não sei o que diria o candidato Vieira mas eu digo:
VOTAR EM JOÃO, SEM DISCUÇÃO :-)
http://www.lotariaaportuguesa.pt/galeria/659
http://www.lotariaaportuguesa.pt/galeria/659
Não sei o que diria o candidato Vieira mas eu digo:
VOTAR EM JOÃO, SEM DISCUÇÃO :-)
http://www.lotariaaportuguesa.pt/galeria/659

sábado, 24 de novembro de 2012
João Bernardino (João Ilhéu)
Concurso Lotaria à Portuguesa
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Votar em João Ilhéu (João Bernardino)
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Votar em João Ilhéu (João Bernardino)
João Bernardino, "arquitonto" de formação, moço nascido e criado em Beja. De cá não lhe apetece sair a menos que a vida a isso o empurre. Orgulhosamente alentejano, gosta da terra e das pessoas.
Moçoilo de mente aberta e olhar argunto para tudo o que cultive a alma. Tem trabalhos feitos com imaginação, com técnica e com paixão. Não é daqueles parvos que contemplam dois riscos mal feitos que ninguém entende e condenam todos os outros.
Tem agora um trabalho sujeito a concurso. Um concurso injusto se apenas for votado pelo facebook. O trabalho de João Bernardino detaca se, pela qualidade, de todos os outros. Dei me ao trabalho de os percorrer. Entre vómitos e mais vómitos acho que o trabalho do joão está muito acima do que lá está. Por isso, VAMOS LÁ VOTAR no João Bernardino. Vamos lá dar um uso decente a todas as redes sociais.
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terça-feira, 20 de novembro de 2012
Manifesto Eleitoral
A Estig vai abaixo. Os escombros servirão para, em vez de
soft ball, fazer Hard Critic. A malta esconde se nos escombros e depois faz críticas
uns aos outros como se fossem snipers.
Aos alunos são oferecidos one way tiket para emigrarem.
Damos, assim, algum prazer ao Sr. Coelho. Os bilhetes low cost são pagos pelo
herário publico.
Na agraria é destruído todo o campo experimental onde os
alunos têm aulas práticas. Acabam-se com os tomates, os pepinos, as couves e
todo o restante material. Lá nascerá um lindo bananal. Aumenta-se a produção e
os meus críticos enquanto tiverem a boca cheia serão incapazes de se pronunciar
sobre as minhas políticas. Os mais criativos, tirando partido da forma da dita
cuja, poderão usar metodos de utilização mais inventivos.
A Superior de Educação, não sei como a destruir mas será
alvo de um debate público nacional. Dessa forma não poderei ser acusado de
falta de diálogo.
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