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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Noite Alucinante


“Aterrei”, sem saber como, na Amieira Marina, ali para os lados de Alqueva. Ainda os cavalos resfolgavam já se ouvia acordes de um “sax”. A coisa prometia. Num espaço onde o movimento e a hora de ponta é ditada pela passagem das aves, anunciava se um espetáculo que prometia “fazer uma viagem pela história do jazz”. Seria bem vindo.
Benvindos foram, certamente, os convites recebidos pelos quatro “ilustres” que se repetiram verbalizando os agradecimentos e a validade da iniciativa a cargo do Departamento de Artes da Uni. de Évora.
Entre um maestro com uma presença “British”, que nos brindou, mais tarde, com quarenta minutos de musica clássica como interlúdio a um espetáculo de jazz e um Presidente de Camara, recém eleito em Portel, que declarou a sua formação superior na “...melhor Universidade do mundo...”, leia se Évora, o público, pouquíssimo, resistiu estoicamente até ao inicio daquilo que poderia ter sido uma excelente noite.
Se ainda não tinha acontecido, eis que aqui começa o funeral de uma excelente ideia morta à nascença por uma produção má, onde o palco dos acontecimentos foi usurpado por um académico com pretensões a “voz off”, onde os músicos deveriam ter tocado muito mais do que tocaram e onde o audiovisual acabou dizer as ultimas preces em memória de uma ideia.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Deolinda


Entre um Faducho cantado, o nacional cançonetismo, uma presença em palco tão dinâmica como uma vara de aço fundida num bloco de cimento, alguém se apropriou de uma hora e trinta do meu precioso tempo. Há dias em que não devemos sair de casa J
Obrigado Eduardo Franco pela tua fotografia que aqui publico
Fotog. Eduardo Franco

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Virgem Suta

Passei por ali, ouvi uns sons, olhei e lá estavam eles a testar os acordes finais. Meia dúzia de disparos e aqui ficam.











quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Luz Casal...Casal...Garcia?

Alguma semelhança existiu entre a efervescencia das bolhas irrequietas do famoso vinho e a presença em palco da senhora espanhola. Ao contrario do emergente senhor Pablo, Luz Casal, “ajeita-se”, bate-se à fotografia e de forma elegante, comunica com o público devoto.
Muitos espanhois, possivelmente do Rosal de la Frontera, muitos “portugas” que gritavam a plenos pulmões, “guapa”, “guapa” num “espanolez” de fazer inveja, suportaram estoicamente duas horas de concerto, vários “encores” e muitas, muitas, despedidas. Um bom concerto, no género, para quem gostou. :-)


Luz Casal

Luz Casal

Luz Casal

Luz Casal



Luz Casal
Luz Casal





Luz Casal


Luz Casal











Luz Casal

Luz Casal

Luz Casal

Luz Casal


Luz Casal

Luz Casal
Luz Casal

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Hoje é Dia de ....


Hoje é dia de “vox pop”. Hoje é dia de gritos histéricos aos microfones das televisões.
-“já ganhamos, somos os maiores, os campeões….”
Hoje é dia de perceber a dignidade e a resiliência do meu país. Se vencerem, os “deuses” do futebol, estarão a um degrau do “Olimpo popular”. Se perderem, que se preparem. Os ingratos histéricos, alcoolizados, “doutos” analistas e analistas dos analistas do futebol, irão esquecer-se da “diáspora” já tantas vezes louvada.
 

quinta-feira, 21 de junho de 2012

De 11 Anões a ... 10 Milhões de Maganões

Que raio de povo é este que só reage quando o gume da navalha é demasiado acutilante para continuar a caminhar?

Hoje, são 10 milhões, ontem eram substancialmente menos e antes de ontem ainda eram menos porque o famoso jogador falhou várias vezes o golo. É verdade que o rapaz pouco pode falar sob pena de baralhar as conversas e responder a "alhos" quando se pergunta "bugalhos" mas lá no fundo é humano. Tem tantos altos e baixos como qualquer treinador de bancada ou nacionalista em tempos de vitória. 

Tirando o fato de, em tempos de vitória, todos apoiarem as quinas vêm ai os rapazes que por tres vezes tentaram conquistar este jardim comandados pelo senhor que tinha crónicas dores de estomago, ou então, virão os descendentes de Aljubarrota. 

Em ambos os casos foram escorraçados. No primeiro caso 3 tentativas, 3 derrotas. No segund caso bastou uma padeira :-)

Quanto a hoje:

"Heróis do mar, nobre Povo, 
Nação valente, imortal, 
Levantai hoje de novo 
O esplendor de Portugal!..."

Os 11 Anões e o Adamastor

Hoje a minha Nação projeta-se num retângulo verde. Hoje, espero que se agigante como Vasco da Gama perante o Adamastor. Que ganhem até onde puderem. Se perderem, que o façam com dignidade.

"Ó gente ousada, mais que quantas
no mundo cometeram grandes cousas,
tu, que por guerras cruas, tais e tantas,
e por trabalhos vãos nunca repousas,…”