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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Ontem foi dia de BESTIAL


Ontem, frente à Suécia, foi dia de apuramento para o Mundial 2014. Foi dia de “bestial”, de galáctico e de outros epítetos que em tudo favorecem o Ronaldo. Ontem, frente à suécia, foi o dia em que o país se vingou de uma intervenção caricata de um tipo qualquer que simboliza, pelas suas funções, a essência do futebol.
E agora? Quanto tempo leva o país a transformar o bestial em besta? Quanto tempo leva o país a levantar se perante o aumento do IRS? Perante os cortes salariais? Perante o fim do Serviço Nacional de Saúde? Perante o desemprego e perante um bando de proxenetas abutres que nos roubam todos os dias?



quinta-feira, 21 de junho de 2012

De 11 Anões a ... 10 Milhões de Maganões

Que raio de povo é este que só reage quando o gume da navalha é demasiado acutilante para continuar a caminhar?

Hoje, são 10 milhões, ontem eram substancialmente menos e antes de ontem ainda eram menos porque o famoso jogador falhou várias vezes o golo. É verdade que o rapaz pouco pode falar sob pena de baralhar as conversas e responder a "alhos" quando se pergunta "bugalhos" mas lá no fundo é humano. Tem tantos altos e baixos como qualquer treinador de bancada ou nacionalista em tempos de vitória. 

Tirando o fato de, em tempos de vitória, todos apoiarem as quinas vêm ai os rapazes que por tres vezes tentaram conquistar este jardim comandados pelo senhor que tinha crónicas dores de estomago, ou então, virão os descendentes de Aljubarrota. 

Em ambos os casos foram escorraçados. No primeiro caso 3 tentativas, 3 derrotas. No segund caso bastou uma padeira :-)

Quanto a hoje:

"Heróis do mar, nobre Povo, 
Nação valente, imortal, 
Levantai hoje de novo 
O esplendor de Portugal!..."

Os 11 Anões e o Adamastor

Hoje a minha Nação projeta-se num retângulo verde. Hoje, espero que se agigante como Vasco da Gama perante o Adamastor. Que ganhem até onde puderem. Se perderem, que o façam com dignidade.

"Ó gente ousada, mais que quantas
no mundo cometeram grandes cousas,
tu, que por guerras cruas, tais e tantas,
e por trabalhos vãos nunca repousas,…”