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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Alcáçovas Outdoor



Alcáçovas Outdoor


Foi um daqueles passeios sem tios e tias de Cascais, daquelas que compram as grifes no mercado de Carcavelos e saltam as poças de água em bicos de pés como se fossem uma cloaca universal. Bem organizado, sem demoras na partida e com um belo de um petisco no fim do circuito, a volta circular de 18 km fez se por um magnifico montado num dia propicio para o passeio, conduzido por quem "sabe da poda".



quarta-feira, 12 de junho de 2013

Gabriel o Pensador

Nem bom, nem mau. Foi um excelente concertão. Um "animal de palco". Foi em Serpa durante o Encontro com Culturas. Ainda por cima...foi gratuíto.
Mais fotografias do concerto em:
http://www.flickr.com/photos/joaodomingosfotografia1/sets/

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Buraca Som Sistema

Nem bons, nem maus, são sobejamente conhecidos. Mais uma “buraca” na Ovibeja 2013 :-).




















Deolinda


Entre um Faducho cantado, o nacional cançonetismo, uma presença em palco tão dinâmica como uma vara de aço fundida num bloco de cimento, alguém se apropriou de uma hora e trinta do meu precioso tempo. Há dias em que não devemos sair de casa J
Obrigado Eduardo Franco pela tua fotografia que aqui publico
Fotog. Eduardo Franco

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Loucos de Lisboa


Num pais de governantes loucos, os putos que querem medicina têm de ir, por exemplo, para Espanha . Lá entram com notas mais baixas. Nós, cá, aceitamos todos os que “lá fora” são formados independentemente a nacionalidade e das notas com que entraram para o curso. Pagamos a especialidade e eles retornam aos países de origem. Num pais de governantes loucos, os “governos” compatuaram, ao longo dos anos, com os doutores que mendigaram ás empresas farmacêuticas miseras viagens, carros, casas ou outras formas de suborno. A lembrar... o famoso caso Paquito.
Num país de governantes loucos, os eleitos mentem, roubam, aceitam subornos e destroem, em ultima analise,  o tecido social.
Num país e governantes loucos, os eleitos, perdoam dividas de barragens como Cabora Bassa. Num país de governantes loucos a estrutura do estado é destruída, tudo o que é rentável é “oferecido” aos amigos e tudo o que pode vir a ser rentável é selvaticamente inviabilizado.
Num pais de governantes loucos os putos que conseguem formação superior são forçados a emigrar. A massa critica abala e só ficam os que não podem, não conseguem ou são velhos.
Num pais de governantes loucos, os putos estudam sete ou oito anos no Ensino Superior e depois apenas lhes resta a caixa do supermercado, os call center ou as explicações.
Num pais de governantes loucos, não há um único líder para seguir, não há uma única ideia que fique.
Por mim, há muito que rasguei o cartão do partido que está no poder. Este já não é um Partido Social Democrata.

APÁTRIDAS


Se fosse uma anedota não hesitaria em clicar num Like. Infelizmente não é anedota. É um licenciado e se a memória não me falha, Mestre igualmente formado no IST com notas finais a tocar o topo superior da tabela de classificação. Se fosse “Relvas”, ou possivelmente da família, seria vigarista e faria parte de um Governo autista. Como é que este acreditado matemático tem de dar explicações para sobreviver? Que miséria de governos temos eleito ao longo dos anos? Para além da revolta e do sentimento de impotência que sinto, não sei mesmo como protestar. F#”#”#”#”#”#”

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Manifesto Eleitoral



A Estig vai abaixo. Os escombros servirão para, em vez de soft ball, fazer Hard Critic. A malta esconde se nos escombros e depois faz críticas uns aos outros como se fossem snipers.
Aos alunos são oferecidos one way tiket para emigrarem. Damos, assim, algum prazer ao Sr. Coelho. Os bilhetes low cost são pagos pelo herário publico.

Na agraria é destruído todo o campo experimental onde os alunos têm aulas práticas. Acabam-se com os tomates, os pepinos, as couves e todo o restante material. Lá nascerá um lindo bananal. Aumenta-se a produção e os meus críticos enquanto tiverem a boca cheia serão incapazes de se pronunciar sobre as minhas políticas. Os mais criativos, tirando partido da forma da dita cuja, poderão usar metodos de utilização mais inventivos.

A Superior de Educação, não sei como a destruir mas será alvo de um debate público nacional. Dessa forma não poderei ser acusado de falta de diálogo.

Na Superior de Saúde serão extintas todas as valencias e será aberto um único curso de veterinária. Com a quantidade de bestas que há por aí acaba se com o desemprego na cidade e na região