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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Loucos de Lisboa


Num pais de governantes loucos, os putos que querem medicina têm de ir, por exemplo, para Espanha . Lá entram com notas mais baixas. Nós, cá, aceitamos todos os que “lá fora” são formados independentemente a nacionalidade e das notas com que entraram para o curso. Pagamos a especialidade e eles retornam aos países de origem. Num pais de governantes loucos, os “governos” compatuaram, ao longo dos anos, com os doutores que mendigaram ás empresas farmacêuticas miseras viagens, carros, casas ou outras formas de suborno. A lembrar... o famoso caso Paquito.
Num país de governantes loucos, os eleitos mentem, roubam, aceitam subornos e destroem, em ultima analise,  o tecido social.
Num país e governantes loucos, os eleitos, perdoam dividas de barragens como Cabora Bassa. Num país de governantes loucos a estrutura do estado é destruída, tudo o que é rentável é “oferecido” aos amigos e tudo o que pode vir a ser rentável é selvaticamente inviabilizado.
Num pais de governantes loucos os putos que conseguem formação superior são forçados a emigrar. A massa critica abala e só ficam os que não podem, não conseguem ou são velhos.
Num pais de governantes loucos, os putos estudam sete ou oito anos no Ensino Superior e depois apenas lhes resta a caixa do supermercado, os call center ou as explicações.
Num pais de governantes loucos, não há um único líder para seguir, não há uma única ideia que fique.
Por mim, há muito que rasguei o cartão do partido que está no poder. Este já não é um Partido Social Democrata.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

AS VOZES ENROUQUECIDAS no IPBeja



Confesso que me divirto a escrever, mal, no blog que de vez em quando alimento. Como “quem tem vagar faz colheres” e eu não as sei fazer vou despejando para aqui alguns, maus, pensamentos que me afluem à memória nas minhas caminhadas de combate ao colesterol. Fico extasiado quando me consciencializo que já somos três pessoas, eu a minha filha e um amigo de Serpa, a ler a verborreia que de forma mais ou menos escorreita debito para as teclas.
Sou fan incondicional das cantigas de escárnio e mal dizer, do humor inglês e deleito-me com a crítica vernácula vincadamente contundente. Chateia-me em absoluto a constante crítica balofa dos que, já roucos por não serem ouvidos, atiram pedras e se escondem tal com o cuco do relógio que anuncia as horas e imediatamente se recolhe na gaiola.
A par de outras modas a mais mediática, aqui na aldeia, é de “bem” bater no Vito e na Estig. A malta faz questão, é giro. Não faço tenções de o criticar antes pelo contrário. Calo-me e vou-me candidatar. Já procurei apoios. O jardineiro a quem já lhe alimentei o vício tabágico por duas vezes, está comigo, na comunidade o coveiro, que por acaso é meu vizinho do outro lado da rua, também me apoia, como já lhe paguei uma cafezada nas bombas da GALP, já é meu grande amigo. No NERB vou procurar um daqueles empresários falidos mas com ares de magnata, prometo-lhe um subsidiozito e são favas contadas. Nos partidos políticos vou procurar os presidentes das juntas extintas bebemos uns tintois e já está.
A minha estratégia para o conselho Geral está definida, só me falta o conteúdo programático mas isso não faz falta. O paraquedista que concorreu contra o Vito nas eleições anteriores também não sabia onde estava quando fez aqui a reunião com o pessoal todo.
Prof. Vito Cuide-se!  Ai vou eu concorrer à Presidência