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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Alcáçovas Outdoor



Alcáçovas Outdoor


Foi um daqueles passeios sem tios e tias de Cascais, daquelas que compram as grifes no mercado de Carcavelos e saltam as poças de água em bicos de pés como se fossem uma cloaca universal. Bem organizado, sem demoras na partida e com um belo de um petisco no fim do circuito, a volta circular de 18 km fez se por um magnifico montado num dia propicio para o passeio, conduzido por quem "sabe da poda".



quarta-feira, 9 de julho de 2014

Os orgasmos de Angela

O hitler de saias teve uma sucessão de 7 orgasmos duplos. O 
dildo, de tamanho extra large, não lhe teria dado tanto prazer.
Foi melhor que uma blitzkrieg. Joachim, jaquim para os amigos, foi mais rápido que Rommel e nem toda a água da Amazózia chegou para afogar os nacionais socialista.

terça-feira, 8 de julho de 2014

O Boi Treinado



Já é um clássico. Sempre que o Presidente ou o Primeiro-ministro fazem a incontornável visita à Ovibeja, é recebido por um esplendoroso boi, dignamente “apetrechado”. Em 2010 o Senhor Presidente da Republica foi recebido pelo dito cujo que, treinado ou não, decidiu dar azo às necessidades fisiológicas. Quem terá limpou os sapatos ao dignatário?


 






sexta-feira, 27 de junho de 2014

Parem o Consumo de Droga

"Deputados do PSD da 

Madeira propõem extinção do 

Tribunal Constitucional"


fotografia Natacha Cardoso/Global Imagens

É giro ver que não ultrapassaram a fase da imbecilidade. É triste ver que que houve imbecis, maiores que estes, que os elegeram. É curioso ver que o extinto Instituto da Droga e da Toxicodependência não funcionou e que estes gajos continuam agarrados sem terem noção que com esta idade, já não podem meter tanta pózaria pelas ventas acima.



sábado, 21 de junho de 2014

GOLPES PALACIANOS


Que se saiba os grandes golpes palacianos são dados nos recantos interditos ao zé povinho, num ambiente que cheira a charuto cubano de alta qualidade e conhaque frances servido em balão aquecido.
Na minha aldeia, os golpes palacianos são dados na praça publica, á vista de todos e á volta de uma "mine".

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Futebol

Há os, mantendo os mesmos sentimentos animalescos de quem só conhece os instrumentos de sílex, de todas as cores. Encarnados, verdes ou azuis.Veneram energúmenos e apoiam ladrões do erário público. Juntam se em rituais primários envoltos em cachecois e bandeiras. Perdem parte da infraestrutura cerebral e a derrota é sempre filha de terceiros.
Imagem retirada de http://forum.kooora.com/f.aspx?t=34058939
Não votam porque optam pela praia. Não se preocupam com a perda de direitos porque é incomodo sair em protesto.
São assim os apoiantes dos negócios de interesse público. Negócios que nunca vão á falencia porque o povo está em paz e o país é bem governado.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Manifesto Eleitoral



A Estig vai abaixo. Os escombros servirão para, em vez de soft ball, fazer Hard Critic. A malta esconde se nos escombros e depois faz críticas uns aos outros como se fossem snipers.
Aos alunos são oferecidos one way tiket para emigrarem. Damos, assim, algum prazer ao Sr. Coelho. Os bilhetes low cost são pagos pelo herário publico.

Na agraria é destruído todo o campo experimental onde os alunos têm aulas práticas. Acabam-se com os tomates, os pepinos, as couves e todo o restante material. Lá nascerá um lindo bananal. Aumenta-se a produção e os meus críticos enquanto tiverem a boca cheia serão incapazes de se pronunciar sobre as minhas políticas. Os mais criativos, tirando partido da forma da dita cuja, poderão usar metodos de utilização mais inventivos.

A Superior de Educação, não sei como a destruir mas será alvo de um debate público nacional. Dessa forma não poderei ser acusado de falta de diálogo.

Na Superior de Saúde serão extintas todas as valencias e será aberto um único curso de veterinária. Com a quantidade de bestas que há por aí acaba se com o desemprego na cidade e na região

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

AS VOZES ENROUQUECIDAS no IPBeja



Confesso que me divirto a escrever, mal, no blog que de vez em quando alimento. Como “quem tem vagar faz colheres” e eu não as sei fazer vou despejando para aqui alguns, maus, pensamentos que me afluem à memória nas minhas caminhadas de combate ao colesterol. Fico extasiado quando me consciencializo que já somos três pessoas, eu a minha filha e um amigo de Serpa, a ler a verborreia que de forma mais ou menos escorreita debito para as teclas.
Sou fan incondicional das cantigas de escárnio e mal dizer, do humor inglês e deleito-me com a crítica vernácula vincadamente contundente. Chateia-me em absoluto a constante crítica balofa dos que, já roucos por não serem ouvidos, atiram pedras e se escondem tal com o cuco do relógio que anuncia as horas e imediatamente se recolhe na gaiola.
A par de outras modas a mais mediática, aqui na aldeia, é de “bem” bater no Vito e na Estig. A malta faz questão, é giro. Não faço tenções de o criticar antes pelo contrário. Calo-me e vou-me candidatar. Já procurei apoios. O jardineiro a quem já lhe alimentei o vício tabágico por duas vezes, está comigo, na comunidade o coveiro, que por acaso é meu vizinho do outro lado da rua, também me apoia, como já lhe paguei uma cafezada nas bombas da GALP, já é meu grande amigo. No NERB vou procurar um daqueles empresários falidos mas com ares de magnata, prometo-lhe um subsidiozito e são favas contadas. Nos partidos políticos vou procurar os presidentes das juntas extintas bebemos uns tintois e já está.
A minha estratégia para o conselho Geral está definida, só me falta o conteúdo programático mas isso não faz falta. O paraquedista que concorreu contra o Vito nas eleições anteriores também não sabia onde estava quando fez aqui a reunião com o pessoal todo.
Prof. Vito Cuide-se!  Ai vou eu concorrer à Presidência

domingo, 4 de novembro de 2012

É o ...tinto alentejano...

A malta bebe uns canecos e depois ...dá isto. Desgraça




quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Acidentes

Quedas. Mais coisa, menos coisa, é assunto que não é desconhecido para quem anda, ou andou, de mota em campo ou asfalto.
O prazer do reencontro, do pensamento mais profundo, do inocente passeio que nos brinda com a brisa de um dia primaveril é muitas vezes atraiçoado pela adrenalina que nos impele para desafios a velocidades pouco recomendáveis.
Quem anda ou andou de mota, sabe bem o vazio e o medo que se sente no tempo que medeia entre o voo planado e a aterragem quantas vezes dolorosa. No fim, quando o "corpinho" já parou de se arrastar pela terra ou pelo asfalto, quando contamos os membros e sabemos onde estamos, vem o vazio. O orgulho "riscado" e a "motinha" tantas vezes polida, adorada ou venerada está num estado lastimoso. Os "tupperwares" partidos, as pinturas inexistentes e o dono da oficina a bater as palmas.
No caso "nuestro hermano", fruto do acaso ou do risco calculado, abandonou o "quod" para o deixar cair de uma altura de 5 ou 6 metros. Nada que a oficina nã resolva. É sempre espectacular quando ninguém fica mal e a "motinha" é dos outros. :-)






domingo, 21 de novembro de 2010

Polilon






























Há o Polo Sul, o Polo Norte e o...Polilon..."o fecho de correr que a mamã usa..."
Não, não é o céu de um nascer do sol perto do Polo Sul ou Norte é mais o nascer do sol no polilon :-), ali para os lados do monte da curvatura bem no outback português.

N.A. (Nota do Autr) redigido ao abrigo do acordo Ortográgico. Ou seja...MAL ESCRITO.

Segundo http://ramonpage.com/ortografa , a palavra pólo é uma palavra homógrafa. Ou seja, somente foi acentuada para distinguir de uma outra com pronúncia fechada (pô/lo). O problema é que, segundo as novas regras, isso caiu. Dessa forma, considerar-se-ia correto a palavra polo.
Mas o que é o tal pô/lo na nossa língua? Segundo o dicionário, trata-se de uma palavra em contração de outras duas: preposição "por" e artigo "o", que não se usa mais. Mas, se não é mais utilizada, então não existirá segundo as novas regras, e deixa de ser homógrafa e pode ser acentuada?