Nem bons, nem maus, são sobejamente
conhecidos. Mais uma “buraca” na Ovibeja 2013 :-).
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Deolinda
Entre um Faducho cantado, o nacional
cançonetismo, uma presença em palco tão dinâmica como uma vara de aço fundida
num bloco de cimento, alguém se apropriou de uma hora e trinta do meu precioso
tempo. Há dias em que não devemos sair de casa J
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Virgem Suta
Passei por ali, ouvi uns sons, olhei e lá estavam eles a testar os acordes finais. Meia dúzia de disparos e aqui ficam.
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Virgem Suta
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Loucos de Lisboa
Num pais de governantes loucos, os putos que
querem medicina têm de ir, por exemplo, para Espanha . Lá entram com notas mais
baixas. Nós, cá, aceitamos todos os que “lá fora” são formados
independentemente a nacionalidade e das notas com que entraram para o curso.
Pagamos a especialidade e eles retornam aos países de origem. Num pais de
governantes loucos, os “governos” compatuaram, ao longo dos anos, com os
doutores que mendigaram ás empresas farmacêuticas miseras viagens, carros,
casas ou outras formas de suborno. A lembrar... o famoso caso Paquito.
Num país de governantes loucos, os eleitos
mentem, roubam, aceitam subornos e destroem, em ultima analise, o tecido social.
Num país e governantes loucos, os eleitos,
perdoam dividas de barragens como Cabora Bassa. Num país de governantes loucos
a estrutura do estado é destruída, tudo o que é rentável é “oferecido” aos
amigos e tudo o que pode vir a ser rentável é selvaticamente inviabilizado.
Num pais de governantes loucos os putos que
conseguem formação superior são forçados a emigrar. A massa critica abala e só
ficam os que não podem, não conseguem ou são velhos.
Num pais de governantes loucos, os putos estudam
sete ou oito anos no Ensino Superior e depois apenas lhes resta a caixa do
supermercado, os call center ou as explicações.
Num pais de governantes loucos, não há um único
líder para seguir, não há uma única ideia que fique.
Por mim, há muito que rasguei o cartão do
partido que está no poder. Este já não é um Partido Social Democrata.
APÁTRIDAS
Se fosse uma anedota
não hesitaria em clicar num Like. Infelizmente não é anedota. É um licenciado e
se a memória não me falha, Mestre igualmente formado no IST com notas finais a
tocar o topo superior da tabela de classificação. Se fosse “Relvas”, ou
possivelmente da família, seria vigarista e faria parte de um Governo autista.
Como é que este acreditado matemático tem de dar explicações para sobreviver?
Que miséria de governos temos eleito ao longo dos anos? Para além da revolta e
do sentimento de impotência que sinto, não sei mesmo como protestar. F#”#”#”#”#”#”
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012
João Ilhéu (João Bernardino)
Quem fundamenta assim, não é gago, nem rebuscado. Vamos lá fazer qualquer coisa de útil e votar num excelente trabalho. Paremos a hipócrisia dos Likes despropositados e vamos votar no que vale verdadeiramente a pena. Vamos lá içar um trabalho que está afogado numa cloaca romana.
Não sei o que diria o candidato Vieira mas eu digo:
VOTAR EM JOÃO, SEM DISCUÇÃO :-)
http://www.lotariaaportuguesa.pt/galeria/659
http://www.lotariaaportuguesa.pt/galeria/659
Não sei o que diria o candidato Vieira mas eu digo:
VOTAR EM JOÃO, SEM DISCUÇÃO :-)
http://www.lotariaaportuguesa.pt/galeria/659

sábado, 24 de novembro de 2012
João Bernardino (João Ilhéu)
Concurso Lotaria à Portuguesa
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Votar em João Ilhéu (João Bernardino)
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Votar em João Ilhéu (João Bernardino)
João Bernardino, "arquitonto" de formação, moço nascido e criado em Beja. De cá não lhe apetece sair a menos que a vida a isso o empurre. Orgulhosamente alentejano, gosta da terra e das pessoas.
Moçoilo de mente aberta e olhar argunto para tudo o que cultive a alma. Tem trabalhos feitos com imaginação, com técnica e com paixão. Não é daqueles parvos que contemplam dois riscos mal feitos que ninguém entende e condenam todos os outros.
Tem agora um trabalho sujeito a concurso. Um concurso injusto se apenas for votado pelo facebook. O trabalho de João Bernardino detaca se, pela qualidade, de todos os outros. Dei me ao trabalho de os percorrer. Entre vómitos e mais vómitos acho que o trabalho do joão está muito acima do que lá está. Por isso, VAMOS LÁ VOTAR no João Bernardino. Vamos lá dar um uso decente a todas as redes sociais.
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terça-feira, 20 de novembro de 2012
Manifesto Eleitoral
A Estig vai abaixo. Os escombros servirão para, em vez de
soft ball, fazer Hard Critic. A malta esconde se nos escombros e depois faz críticas
uns aos outros como se fossem snipers.
Aos alunos são oferecidos one way tiket para emigrarem.
Damos, assim, algum prazer ao Sr. Coelho. Os bilhetes low cost são pagos pelo
herário publico.
Na agraria é destruído todo o campo experimental onde os
alunos têm aulas práticas. Acabam-se com os tomates, os pepinos, as couves e
todo o restante material. Lá nascerá um lindo bananal. Aumenta-se a produção e
os meus críticos enquanto tiverem a boca cheia serão incapazes de se pronunciar
sobre as minhas políticas. Os mais criativos, tirando partido da forma da dita
cuja, poderão usar metodos de utilização mais inventivos.
A Superior de Educação, não sei como a destruir mas será
alvo de um debate público nacional. Dessa forma não poderei ser acusado de
falta de diálogo.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
AS VOZES ENROUQUECIDAS no IPBeja
Confesso que me divirto a escrever, mal, no blog que de vez
em quando alimento. Como “quem tem vagar faz colheres” e eu não as sei fazer vou
despejando para aqui alguns, maus, pensamentos que me afluem à memória nas
minhas caminhadas de combate ao colesterol. Fico extasiado quando me
consciencializo que já somos três pessoas, eu a minha filha e um amigo de Serpa,
a ler a verborreia que de forma mais ou menos escorreita debito para as teclas.
Sou fan incondicional das cantigas de escárnio e mal dizer,
do humor inglês e deleito-me com a crítica vernácula vincadamente contundente. Chateia-me
em absoluto a constante crítica balofa dos que, já roucos por não serem
ouvidos, atiram pedras e se escondem tal com o cuco do relógio que anuncia as
horas e imediatamente se recolhe na gaiola.
A par de outras modas a mais mediática, aqui na aldeia, é de
“bem” bater no Vito e na Estig. A malta faz questão, é giro. Não faço tenções
de o criticar antes pelo contrário. Calo-me e vou-me candidatar. Já procurei
apoios. O jardineiro a quem já lhe alimentei o vício tabágico por duas vezes,
está comigo, na comunidade o coveiro, que por acaso é meu vizinho do outro lado
da rua, também me apoia, como já lhe paguei uma cafezada nas bombas da GALP, já
é meu grande amigo. No NERB vou procurar um daqueles empresários falidos mas
com ares de magnata, prometo-lhe um subsidiozito e são favas contadas. Nos
partidos políticos vou procurar os presidentes das juntas extintas bebemos uns
tintois e já está.
A minha estratégia para o conselho Geral está definida, só
me falta o conteúdo programático mas isso não faz falta. O paraquedista que
concorreu contra o Vito nas eleições anteriores também não sabia onde estava
quando fez aqui a reunião com o pessoal todo.
Prof. Vito Cuide-se! Ai vou eu concorrer à Presidência
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